PAULO MELO CORUJA NEWS
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DF: Justiça decide se médico vai a júri popular
A Justiça do DF marcou para o dia 21 o depoimento do médico Lucas Seixas Docas Jr, para decidir se ele vai ou não a júri popular pela morte da psicóloga Maria Cristina Alves da Silva, aos 37 anos, em fevereiro de 2008. A imperícia e negligência chocaram Brasília: durante cirurgia de redução bariátrica, o medico perfurou o intestino da paciente e nem percebeu. Ela morreria alguns dias depois de infecção generalizada.
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Nem aí
Maria Cristina reclamou de dores logo após a cirurgia, mas o médico Lucas Seixas Docas Jr somente apareceria para vê-la 85 horas depois.
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Homicídio doloso
O médico é acusado de assumir o risco de matar paciente: os exames demonstraram que não havia indicação médica para a cirurgia.
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Outro caso
O Ministério Público também processa Lucas Seixas Docas Jr pela morte de Fernanda Wendling, professora do UniCeub que ele operou.
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Uma fraude
Lucas Docas Jr não integra entidades citadas em seu currículo e a tese de mestrado em cirurgia bariátrica foi cassada sob acusação de plágio.
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Estudos suspeitam da resistência a Belo Monte
Laudos reservados que influenciaram o apoio de Lula e da presidenta Dilma à usina hidrelétrica de Belo Monte, aos quais esta coluna teve acesso, lançam suspeitas sobre a resistência de alguns setores à obra, como ONGs ambientalistas e estrangeiras. Os estudos mostram que a usina significará energia barata e abundante e abastecimento garantido por mais de dez anos, e também a ocupação de fato da Amazônia.
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Aí mora o perigo
A ocupação da Amazônia é um ótimo negócio para quem explora ou deseja explorar a região longe da vigilância dos órgãos do governo.
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Pindaíba
Dilma sinalizou que recebe, sem problemas, o governador do Pará, Simão Jatene (PSDB), mas avisou que os cofres estão vazios.
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Figura misteriosa
A festa da vitória do presidente da Câmara, Marcos Maia, foi bancada supostamente por um “Fabinho”, que tem prestígio na residência oficial.
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Tá feia a coisa
A presidenta Dilma recebeu levantamento mostrando que é caótica a situação nos governos estaduais do Piauí, Rio Grande do Norte, Pará, Paraíba, Alagoas e Amapá. Todos estariam tecnicamente quebrados.
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Te cuida, PB
O ministro Paulo Bernardo (Comunicações) domina hoje integralmente os Correios, através de sua condição de presidente do conselho, mas a ala ligada a Ricardo Berzoini, na moita, ameaça puxar-lhe o tapete.
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Águas rolando
A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), que fecha os olhos com a privatização dos portos “na marra”, ignorando a lei, também não está nem aí para queixas de vizinhos, no centro do Rio, com festinhas privês e moças desinibidas, que rolam há três meses.
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Profilaxia
Renan Filho (AL), herdeiro de Renan Calheiros, articula uma tropa de choque de dez deputados para mostrar ao líder Henrique Eduardo Alves (RN), que sua ligação a Eduardo Cunha (RJ) faz mal ao PMDB.
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Nem pensar
São reduzidas as chances de o PMDB emplacar o ex-ministro Geddel Vieira Lima na Chesf. A presidenta Dilma, que se considera do setor, quer um técnico competente no comando da estatal de energia.
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Bota-fora
O ex-senador Jorge Bornhausen pressiona o governador catarinense Raimundo Colombo com Gilberto Kassab rumo ao PMDB. Colombo prefere ficar no DEM, de olho no ambicioso antecessor Luiz Henrique.
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Não pagou, dançou
A Câmara dos Deputados bloqueou acesso a alguns sites, a pretexto de exigirem “alto consumo da banda de acesso.” É que o contrato com a empresa que presta o serviço ainda não foi renovado.
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Lição de regimento
O deputado João Lyra (PTB-AL) não votou na eleição do presidente da Câmara porque o equipamento biométrico não reconheceu sua digital. Deveria ter solicitado voto em papel. É o que consta do regimento.
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Pergunta no mercado
Se o Brasil importa quase tudo da China, não sairia mais barato para o contribuinte importar uns políticos de lá?
- Poder sem pudor
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Passe de deputado
O ex-ministro da Justiça Fernando Lyra era deputado corregedor da Câmara quando, em 1993, apurou denúncia de compra de três deputados - Onaireves Moura, Nobel Moura e Itsuo Takaiama - que teriam aceitado entre 30 mil e 85 mil dólares para trocar de partido. O trio foi cassado. Takaiama estranhou: - Ué, jogador de futebol não vende passe? Por que nós não podemos?