PAULO MELO CORUJA NEWS
Geovani Tomé da Silva, de 23 anos,
admitiu o crime e não mostrou arrependimento. Segundo ele, a moça estava
fazendo chantagem para não denunciá-lo por tráfico de drogas na CIC
Curitiba
Heliberton Cesca / Gazeta do Povo
Preso acusado de matar mulher na CIC com 30 facadas
Em entrevista, Geovani Tomé da Silva admitiu o crime e disse não estar arrependido da execução
Heliberton Cesca
A Delegacia de Homicídios (DH) de Curitiba prendeu nesta segunda-feira (13) o jovem Geovani Tomé da Silva, de 23 anos, acusado
de matar com cerca de 30 facadas Eloísa Cecílio da Silva de 26 anos, na
última sexta-feira (10). Segundo a Polícia Civil, o crime aconteceu em
uma casa alugada por Geovani para ser ponto de venda de tráfico, no
bairro Cidade Industrial de Curitiba (CIC). Em entrevista, O
rapaz admitiu o crime e, sem demonstrar arrependimento, afirmou que fez o
que era necessário para não ser denunciado.
Para Rubens Recalcatti, delegado titular da DH, Eloísa estaria tentando extorquir Geovani para não revelar a policiais que a casa alugada por ele era ponto de venda de drogas. A moça seria usuária de crack. Depois de preso, o jovem admitiu o crime e está detido.
Em entrevista a imprensa, Geovani confirmou as informações da Polícia Civil. “Ela estava me caguetando (sic), não estava agüentando mais.” Perguntado se estava arrependido, ele secamente disse que não e afirmou que fez o que era necessário. O rapaz já havia sido preso anteriormente acusado de tráfico de drogas e chegou a ficar preso por mais de 2 anos.
Propina
Durante a entrevista, Geovani afirmou que policiais teriam tentado cobrar um “pedágio” para permitir que ele continuasse a vender drogas na CIC. Porém, ele não soube identificar os policiais nem dar detalhes sobre a tentativa de extorsão. Na versão contada por ele, um amigo teria ficado responsável por cuidar o ponto de droga enquanto ele visitava a mãe. Dois supostos policiais descaracterizados teriam abordado este amigo na casa alugada e levado R$ 1 mil que estavam com ele e cobrado outros R$ 3 mil para não “incomodar” novamente. “Quando voltei meu amigo me falou, mas não era ele quem vendia a droga. Era eu”, afirmou.
O delegado Recalcatti disse que a história será investigada, mas ele disse ser difícil comprovar alguma coisa pela falta de informações de Geovani. “Eu acho que é falação. Ele não sabe quem era, qual viatura que era. Não tem fundamento (a denúncia).”
Para Rubens Recalcatti, delegado titular da DH, Eloísa estaria tentando extorquir Geovani para não revelar a policiais que a casa alugada por ele era ponto de venda de drogas. A moça seria usuária de crack. Depois de preso, o jovem admitiu o crime e está detido.
Em entrevista a imprensa, Geovani confirmou as informações da Polícia Civil. “Ela estava me caguetando (sic), não estava agüentando mais.” Perguntado se estava arrependido, ele secamente disse que não e afirmou que fez o que era necessário. O rapaz já havia sido preso anteriormente acusado de tráfico de drogas e chegou a ficar preso por mais de 2 anos.
Propina
Durante a entrevista, Geovani afirmou que policiais teriam tentado cobrar um “pedágio” para permitir que ele continuasse a vender drogas na CIC. Porém, ele não soube identificar os policiais nem dar detalhes sobre a tentativa de extorsão. Na versão contada por ele, um amigo teria ficado responsável por cuidar o ponto de droga enquanto ele visitava a mãe. Dois supostos policiais descaracterizados teriam abordado este amigo na casa alugada e levado R$ 1 mil que estavam com ele e cobrado outros R$ 3 mil para não “incomodar” novamente. “Quando voltei meu amigo me falou, mas não era ele quem vendia a droga. Era eu”, afirmou.
O delegado Recalcatti disse que a história será investigada, mas ele disse ser difícil comprovar alguma coisa pela falta de informações de Geovani. “Eu acho que é falação. Ele não sabe quem era, qual viatura que era. Não tem fundamento (a denúncia).”