R$ 51 mil
Caixa terá de indenizar professor da UEM atingido na cabeça por placa de agência
Justiça também condenou a empresa de
engenharia contratada para a instalação da placa, que terá de ressarcir o
montante da indenização à CEF
Thiago Ramari
Um
médico e servidor da Universidade Estadual de Maringá
(UEM) vai receber indenização de R$ 51 mil da Caixa Econômica
Federal (CEF) porque foi atingido na cabeça por uma placa de
identificação de uma agência do banco. O acidente aconteceu dentro da
universidade, enquanto a placa era instalada. A decisão é da 1ª
Vara Federal de Maringá.
A Justiça também condenou a empresa de engenharia contratada a ressarcir a CEF de todo o montante da indenização da vítima. A CEF e a empresa podem entrar com recurso, para reavaliar a sentença.
O acidente ocorreu na manhã do dia 28 de março. De acordo
com a sentença, Silas de Mello Bruder estava entrando
no bloco 11, onde trabalha, quando a placa despencou. Ele sofreu
traumatismo craniano e está afastado das atividades médicas, segundo a
sentença. Hoje, tem uma cicatriz na parte frontal da cabeça. A
indenização é por danos morais e estéticos.
A sentença acrescenta que a vítima acusou a CEF de não ter tomado as medidas de segurança necessárias para evitar acidentes. No entanto, a CEF rebateu, alegando desconhecer que a empresa contratada, também ré no processo, não tenha sinalizado o perigo. Segundo a sentença, a empresa disse que o espaço estava sinalizado e que o servidor assumiu o risco quando passou pelo espaço onde o trabalho era realizado.
A assessoria de imprensa da CEF na região de Maringá foi procurada e informou que irá se manifestar sobre o assunto ao longo do dia. A reportagem está tentando contato com a empresa que instalou a placa.
A Justiça também condenou a empresa de engenharia contratada a ressarcir a CEF de todo o montante da indenização da vítima. A CEF e a empresa podem entrar com recurso, para reavaliar a sentença.
A sentença acrescenta que a vítima acusou a CEF de não ter tomado as medidas de segurança necessárias para evitar acidentes. No entanto, a CEF rebateu, alegando desconhecer que a empresa contratada, também ré no processo, não tenha sinalizado o perigo. Segundo a sentença, a empresa disse que o espaço estava sinalizado e que o servidor assumiu o risco quando passou pelo espaço onde o trabalho era realizado.
A assessoria de imprensa da CEF na região de Maringá foi procurada e informou que irá se manifestar sobre o assunto ao longo do dia. A reportagem está tentando contato com a empresa que instalou a placa.