Prática comum na política
Prática comum na política
“Não me surpreende em nada,
porque sei que todo mundo recebe e que apolítica no Brasil é assim. As
pessoas precisam receber dinheiro para a campanha”, justificou Flávia
Arruda, mulher do governador afastado do Distrito Federal, José Roberto
Arruda, preso na Superintendência da Polícia Federal (PF), sobre o
esquema do mensalão denunciado pelo ex-secretário Durval Barbosa. Em sua
primeira entrevista depois da prisão do marido, a ex-primeira-dama,
conta que o flagrante foi gravado na pré-campanha de Arruda ao governo,
antes de seu casamento. E o dinheiro recebido por ele foi declarado. Ela
o tratou como vítima do esquema revelado pela Operação Caixa de
Pandora. “O único prejudicado nessa história é ele”, alega. Ontem, o
Superior Tribunal de Justiça (STJ) autorizou a visita de um médico
particular a Arruda. Flávia alegou que ele não concluiu o pós-operatório
de uma cirurgia ortopédica feita em novembro e sofre de um edema na
perna direita. A fisioterapia, que era diária, foi interrompida, o que
estaria contribuindo para a suposta piora. Chorando, Flávia afirmou que o
marido estava sem andar há dois dias e que os médicos aumentaram a dose
de antidepressivos. As informações são do jornal O Globo.
“Não me surpreende em nada, porque sei
que todo mundo recebe e que a política no Brasil é assim. As pessoas
precisam receber dinheiro para a campanha”, justificou Flávia Arruda,
mulher do governador afastado do Distrito Federal, José Roberto Arruda,
preso na Superintendência da Polícia Federal (PF), sobre o esquema do
mensalão denunciado pelo ex-secretário Durval Barbosa. Em sua primeira
entrevista depois da prisão do marido, a ex-primeira-dama, conta que o
flagrante foi gravado na pré-campanha de Arruda ao governo, antes de seu
casamento. E o dinheiro recebido por ele foi declarado. Ela o tratou
como vítima do esquema revelado pela Operação Caixa de Pandora. “O único
prejudicado nessa história é ele”, alega. Ontem, o Superior Tribunal de
Justiça (STJ) autorizou a visita de um médico particular a Arruda.
Flávia alegou que ele não concluiu o pós-operatório de uma cirurgia
ortopédica feita em novembro e sofre de um edema na perna direita. A
fisioterapia, que era diária, foi interrompida, o que estaria
contribuindo para a suposta piora. Chorando, Flávia afirmou que o marido
estava sem andar há dois dias e que os médicos aumentaram a dose de
antidepressivos. As informações são do jornal O Globo.