PAULO MELO CORUJA NEWS
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Com os cofres zerados, Dilma segura os gastos
A presidenta Dilma Roussef revelou ao governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que sua determinação durante 2011 será o corte de gastos para fazer um caixa. Nada de investimentos novos. Liberações apenas para as obras prioritárias do PAC. Ela garante que vai mesmo resistir à pressão do presidente da Câmara, Marco Maia, para liberar os recursos das emendas parlamentares, prometidos na campanha dele.
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Mãos abanando
Diante de tanta choradeira, Eduardo Campos não conseguiu liberar um real. Dilma pediu paciência ao aliado e prometeu abrir a mão em 2012.
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Fez-se luz
Furnas se livrou da turma do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ): como esta coluna antecipou, Flávio Decat será o novo presidente.
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Efeito-dominó
A oposição planeja um “Dia de Fúria”, hoje, na Síria, contra o ditador Bashar al-Assad, que condecorou Lula na visita a Brasília, em 2010.
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Põe na conta
Lula inaugura no exterior um dos privilégios de ex: quatro seguranças o acompanham no Fórum Social Mundial, que começa hoje no Senegal.
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Para não largar Funcef, petista esnoba mandato
O presidente da Funcef, Guilherme Lacerda, criou um jeitinho esperto de disputar mandato de deputado sem perder o comando do bilionário fundo de pensão da Caixa, no caso de derrota: em vez de renunciar, pediu “licença”, supostamente sem amparo legal. Terceiro suplente, voltou à Funcef, mas o PT exige que ele reivindique na Justiça Eleitoral a vaga da deputada Iriny Lopes (PT-ES), nomeada ministra de Políticas para Mulheres. Mas Lacerda reluta: não quer largar o osso da Funcef.
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Vaga é do PT
O PT quer a suplência ocupada por Camilo Cola (PMDB), certo de que a vaga da ministra Iriny Lopes pertence ao partido, não à coligação.
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Largando o osso
Guilherme Lacerda tem chances de obter liminar no Tribunal Superior Eleitoral que o torne deputado, mas ele teria de renunciar à Funcef.
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Recordar é matar
O governo não esquece: no episódio do caseiro Francenildo, Guilherme Lacerda foi solidário a Jorge Mattoso (Caixa) e contra Antonio Palocci.
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Meirelles, o esportista
Antes da convocação para chefiar a Autoridade Pública Olímpica, o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles havia sido convidado pelo governador Agnelo Queiroz a comandar a o comitê “Brasília Copa 2014”, cuja prioridade será a luta para sediar o jogo de abertura.
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Saia justa no TCU
O ministro Aroldo Cedraz provocou grande constrangimento entre os colegas do Tribunal de Contas da União: mesmo sendo o relator, não apareceu para o julgamento do caso das poderosas empreiteiras que tentam privatizar os portos na mão grande. Pegou muito mal...
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Digitais
O programa tucano, na TV, foi fortemente inspirado na campanha do mineiro Antonio Anastasia, e tocado pelos jornalistas Eduardo Guedes e Marcio Aith, ex-assessor de José Serra, hoje com Geraldo Alckmin.
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Por que não te calas?
Nem a ex-mulher Marta Suplicy aguenta o chatíssimo ex-Eduardo Suplicy (PT-SP). Teve de cortar o som do microfone para ele se mancar e parar de falar bobagens, em defesa do bandido Battisti.
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Escolha infeliz
O PSDB deve indicar para a Comissão de Infraestrutura a senadora Marisa Serrano (MT), aquela que não conseguiu controlar a CPI dos Cartões Corporativos. Não diferencia nota fiscal de fatura.
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Antes que seja tarde
João Havelange foi muito atacado ao sugerir a demolição do Maracanã, velho e inviável, como Wembley. O presidente de honra da Fifa sabia o que dizia: agora, técnicos avisam que o teto do estádio é velho, pesado e não suporta a reforma prevista. É hora de botar o Maraca abaixo.
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Negócio fechado
Os empresários Cássio Aurélio (Caenge), Sergio Sebba e Antonio Carlos Lassi Lopes (Café Export) venderam à imobiliária Brookfields, por R$ 200 milhões, o shopping FreePark, em área valorizada de Brasília. O shopping será mantido, mas terá torres de escritórios e flats.
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Ousadia
A Polícia Federal fechou seis rádios piratas em Tianguá (CE), suspeitas de envolvimento com o crime organizado. Perdeu tempo: 24 horas depois, todas estavam abertas, com o aval de um sargento da PM.
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Pensando bem...
...no Egito, nem sempre ajoelhou, tem que rezar.
- Poder sem pudor
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Por que Jânio renunciou
O senador José Sarney contou ontem a Alexandre Garcia, na GloboNews, que era presidente e recebeu no Palácio Alvorada o então prefeito paulistano Jânio Quadros, acompanhado do então ministro José Aparecido Oliveira (Cultura). Papo vai, papo vem, Jânio cutuou Aparecido e lembrou, divertido, por que havia renunciado sete meses após assumir a presidência da República: - Foi por causa da comida aqui no Alvorada, presidente. Muito ruim...